Simples Assim

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Túnel do Tempo: BusinessWeek, 15-23 Agosto de 2003

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  • Os Estados Unidos discutiam se a terceirização era boa ou ruim. Eles continuam discutindo.
  • Nicholas Carr, ainda antes de escrever o excelente Does IT Matter?,  dizia que “[IT] can lead to good things, such as increased productivity at the industry level. But it doesn’t necessarily have much of an impact on individual companies and their ability to distinguish themselves and thus achieve higher profitability than their rivals” e que “[Now] all the developments in technology – toward standardization, toward openness, toward greater power, toward ever more affordable hardware and software – have made it much more difficult for the systems themselves to provide you with advantage“. Muita gente não entende o trabalho dele até hoje.
  • A Europa perdiam tempo discutindo o monopólio da Microsoft. Eles continuam perdendo.
  • A revista sugeria quatro ondas de tecnologia para se observar: computação em nuvem (ainda chamada de computação utilitária), sensores, eletrônicos plásticos e corpos biônicos. +1 para ela.
  • Especulava-se se computação em nuvem não era hype. Ainda se discute.
  • Bill Gates, da Microsoft, dizia que “Look at business intelligence, workflow, collaboration, real-time communication: We’ve just scratched the surface. How do you make all those back-end systems easy to manage and secure? How do you make it easy to write Web service applications that cut across the boundaries, inside a company and between companies? Now that we have all this Internet connectivity, how can buying and selling and planning be done differently? That’s an unrealized dream. Our challenge is to make those dramatically simpler“. Já avançamos muito nisso tudo.
  • Os Estados Unidos discutiam o valor real do yuan. Eles continuam discutindo.
  • Carly Fiorina, da HP, dizia que “We are convinced that the industry will consolidate into fewer, bigger players“. Ela foi demitida em 2005 após o fracasso da aquisição da Compaq.
  • Os Estados Unidos discutiam se a Coréia era amiga ou inimiga. Eles continuam discutindo.
  • Steve Jobs, da Apple, dizia que “I look around, and I’m pretty stunned at how many successful young companies I see. I look at eBay and I’m amazed. I look at Google and I’m amazed. These are some pretty good companies in the making, and they’re not just one-product companies – they’re real companies. They’re already bigger than some of the great entepreneurial companies of the past“. Ele não mudou por causa destas empresas.
  • Jeff Bezos, da Amazon, dizia que “[Today] is like the early days of electrical appliances. The Internet and the things that will come out of it are around the level of the 1908 Hurley washing machine. The electric outlet had not been invented yet. Nor had the on-off switch“. +1 para ele.
  • Sam Palmisano, da IBM, dizia que “From now on, the tech companies that succeed will be those that have developed skills at listening and a sophisticated understand of their customers’ industries“. A IBM não se enquadra nisso até hoje.
  • John Chambers, da Cisco, dizia que “The virtual networked organization will be the most basic change since the assembly line – except it won’t be only for manufacturing, it will apply to all businesses and governments“. +1 para ele.
  • Marc Andreessen, que estava na Opsware, dizia sobre Larry Ellison, da Oracle, que “He’s got a very large software company where the core franchise, the database business, is a very good business. But he’s got big competitors: Microsoft and IBM and now open source. There are some very interesting questions around the future of that business. And he’s got a big consulting business, which is fine, but big consulting businesses are hard to differentiate because they all do basically the same thing. And then he’s got this application business that he hasn’t been able to get traction in“. Tudo isso ainda é verdade.
  • Paul Saffo, do Institute for the Future, diz que “About every decade, a new technology comes in and resets the landscape. The current decade is being shaped by cheap sensors that connect our devices to the world around us. In 10 years you’re going to walk into a room and assume everything has rudimentary intelligence. People will give their vacuums names because they’ll act like living things. Apply this to engines. With sensors, the engine can tell you when it needs to be fixed. The ramifications are breathtaking“. +1 para ele.
  • Scott McNeally e Bill Joy, da Sun, diziam que “The real growth area is in the different kinds of devices we focused on a decade ago with Java: mobile devices, cellular phones, wireless devices” e que “Frankly, for the past 20 years, the universities have not been as far ahead as I would have liked” +1 para eles.
  • Masayoshi Son, do Softbank, dizia que “In America, [the Silicon Valley will play a role in the coming recovery], but not in the world. Korea definitely is the center of broadband, and Japan is goign to become a center very quickly. The U.S. is falling behind. For the mass production of electronic goods, China is becoming the new center of the world. They will become the producer of the world and become more innovative along the way“. Eu também acho.
  • Larry Ellison, da Oracle, dizia que “Big companies do at least as good a job of innovating as little companies“.  Não foi a última besteira que ele disse.

Written by Fernando Ribeiro

May 23, 2010 at 6:41 pm

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Túnel do Tempo: DevMag, Ano 1, No. 5, Janeiro de 1997

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  • O editorial de Marco Antônio Gutierrez disse que “Pesquisa levada a cabo pelo Ministério da Ciência e Tecnologia dá conta de que, no ano de 1995, somente 11% das empresas com atividades características de desenvolvimento de software implantaram algum tipo de programa de qualidade“, que “O desconhecimento [do CMM] revela uma inexplicável incapacidade de sequer pensar sobre esse problema” e que “Não parece ser muito sensato deixar um problema tão crítico quanto a qualidade dos nossos produtos nas mãos do acaso“.
  • Cezar Taurion disse que “As tecnologias de desenvolvimento com ferramentas de baixo custo e de fácil utilização e aprendizado permitem implementar diversos tipos de aplicações, ao contrário da era dos ambientes de mainframes centralizados, onde, por questões de custo, apenas aplicações de médio e grande porte eram desenvolvidas“, que “Esse é o paradigma dos anos 90: o desenvolvimento terá de dominar mais de uma ferramenta” , que “Os velhos tempos em que, após o curso de Cobol, o programador estava apto a enfrentar o mercado, já não existem mais“, que “As atividades de desenvolvimento e manutenção, ainda consideradas funções separadas, vão convergir cada vez mais para atividades de extensão e refinamento contínuo” e que “A adoção de pacotes vai ser crescente, deixando-se apenas para desenvolvimento aplicações que envolvam processos diferenciadores em termos de competitividade empresarial“. +1 para ele.
  • José Sérgio Alves, da Informix, falou que “As ferramentas cliente/servidor continuarão a ser a plataforma padrão de desenvolvimento, implementando novas funcionalidades, como particionamento para o ambiente distribuído, repositório de dados e integração com a Web“. Ele não pensou que a web seria uma plataforma também. Ele também apostava que “Os smart cards serão um ambiente importante de desenvolvimento de aplicações para o cliente universal, onde o cliente agora é o próprio indivíduo e não o desktop“. -1 para ele.
  • Ricardo Urresti, da Sybase, disse que “Haverá uma integração das aplicações cliente/servidor no ambiente Internet, onde for possível, e o desenvolvimento de aplicações no modelo que usamos atualmente, mas com um forte apelo ao acesso via Internet“. De novo, pensou apenas no “via Internet”.
  • Deise Santana, da IBM, apostou na integração entre os bancos de dados corporativos, desenvolvidos no modelo cliente/servidor, ao anárquico cenário da Web. +1 para ela.
  • Antonio Rihl, da Centura, falou que “A tendência dos dados é seguir seu caminho em direção à descentralização, às linhas de frente, ao consumidor final da informação“. Ele apostava em replicação de dados e na conversão de aplicações para a Web. A Centura quebrou em 2001.
  • Zack Urlocker, da Borland, disse que “A maior parte das ferramentas Java utiliza um interpretador p-code, similar ao usado em interpretadores Basic, que, como resultado, tem uma baixa performance“. A Borland lançou o JBuilder no mesmo ano.
  • Paula Santos, da Microsoft, falou que “Nós acreditamos em uma evolução na arquitetura cliente/servidor para uma arquitetura three-tier, ou multi-tier, para o próximo building block nessa plataforma já existente. isso ofereceria a flexibilidade almejada para a implementação de sistemas de negócios em corporações“. +1 para ela.
  • Cássio Oliveira, da Progress, disse que “A tendência é que surjam linguagens de quarta geração orientadas a objetivos, com classes. Não precisa ser Smalltalk, C++ ou Java. É necessário que tenham como base algo como Java, mas sejam de uso mais fácil“. Ele já se sentia ameaçado pelo Java.
  • Ernesto de Souza, da DTS, apostou que “O caminho são as ferramentas CASE, utilizando linguagens em que os objetos possam ser compartilhados, mesmo que de diferentes linguagens“. Ele estava errado sobre as ferramentas CASE, mas certo sobre o reuso através de linguagens.
  • Ricardo Brognoli, da Sun, acreditou que “Todos os desenvolvedores de software deverão ter em mente a visão da computação distribuída, ou seja, passarão a criar aplicações compostas por pequenos módulos que possam ser carregados pela rede afora à medida que sejam solicitados pelos usuários“. +1 para ele.
  • José Mário Parrot Bastos, da IBM, disse que “Os desenvolvedores de software são os grandes beneficiários desse fenômeno chamada Java“, que “O browser também altera o modelo e coloca a rede no centro, as estações de trabalho gravitando livremente” e que “O Java é que abre o caminho para a portabilidade e contribui para viabilizar tecnicamente o cliente ‘magro’“.
  • Átila Belloquim, da Choose Technologies, disse que “Os executivos que decidem sobre mudanças tecnológicas deveriam informar-se muito bem antes de tomarem decisões” e que ”Antes de qualquer decisão, é necessário familiarizar-se com a terminologia, os conceitos, o estado de maturidade da tecnologia e os principais padrões e produtos disponíveis no mercado“. +1 para ele.
  • Paulo Moreira, da Axcel Books, dizia que “O cliente poderá ir escolhendo em uma interface amigável as características do produto que deseja adquirir; mesmo que esse produto ainda não esteja pronto, um sistema de intercâmbio de informações eficiente permitirá que as encomendas sejam distribuídas com tal velocidade ao longo da cadeia de produção, que os estoques serão mantidos em níveis mínimos em todos os pontos e o cliente será atendido com a mesma rapidez“.  +1 para ele.

Written by Fernando Ribeiro

April 11, 2010 at 7:55 pm

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Túnel do Tempo: DevMag, Ano 5, No. 58, Junho de 2001

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  • A Borland divulgou o Kylix, um ambiente de desenvolvimento para Linux, que foi descontinuado poucos anos depois.
  • Wolmar Murgel Filho fez uma comparação estúpida entre o código aberto e o comunismo. -1 para ele.
  • Clebert Suconic, da Image Technology, discutia o JCP, do qual os brasileiros participaram pouco até hoje.

Written by Fernando Ribeiro

April 11, 2010 at 4:52 pm

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Túnel do Tempo: Information Week, Ano 4, No. 78, Setembro de 2002

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  • Às vésperas da eleição, diz-se que o PSDB quer construir estradas eletrônicas [com] internet, bibliotecas multimídia, salas de videoconferências e banco de soluções. Os telecentros se espalharam por todo o país mesmo no governo Lula.
  • A Novell anunciou a compra da SilverStream, cujos ela renomeu para exteNd e descontinuou em 2005.
  • A Peregrine Systems tentou recuperar a sua imagem depois de um escândalo fiscal. Ela foi vendida para a HP em 2005.
  • C. K. Prahalad, da Universidade de Michigan, disse que as companhias que querem seguir tudo são comparadas com os lemingues, roedores que andam em bando e chegam a cometer suicídio coletivo de atirando no mar. É bem isso mesmo.
  • Steve Ballmer, da Microsoft, disse que “Eu imagino que em alguns anos isso [integração de sistemas com serviços web] será visto como uma grande idéia – uma mudança fundamental e profunda na arquitetura de plataforma para quase cada peça de software em nosso negócio“. +1 para ele.
  • A CLM Informática, que não existe mais, anunciou uma parceria com a Stellent, que foi comprada pela Oracle em 2006.
  • A IBM falou em computação utilitária, que evoluiu para a computação em nuvem alguns anos depois.
  • Marcelo Mendes, da YKP, disse que “Uma vez habilitada a trabalhar com tal mobilidade, uma empresa liberta-se de parâmetros arcaicos e que, ainda hoje, bloqueiam seu crescimento como corporação“. +1 para ele.

Written by Fernando Ribeiro

April 11, 2010 at 4:18 pm

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Túnel do Tempo: Information Week, Ano 2, No. 23, Junho de 2000

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  • Falava-se da Rede da Construção, um portal B2B em Java, que sumiu. O projeto era de Ricardo e Guilherme Auriemo, filhos de Caio Auriemo, da DASA, e primos de José Auriemo Neto, da JHSF, ambos milionários.
  • Também se falava do Multibroker, outro portal em Java, que existe até hoje. Foi a primeira implantação do DB2 em Linux no Brasil.
  • A Datasul lançava o Data Collector, uma solução de integração de scanners, coletores de dados, balanças e impressoras que continua cara demais.
  • O Terra adquiria o Lycos.
  • Falava-se da Vantive, que foi comprada pela PeopleSoft, que foi comprada pela Oracle.
  • Dizia-as que “trazer o mundo na plama de sua mão não é uma idéia nova mas definitivamente não é universalmente aceita pelos profissionais de TI“. A maioria das empresas ainda não tem nenhuma solução móvel.

Written by Fernando Ribeiro

February 21, 2010 at 1:48 pm

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Túnel do Tempo: Information Week, Ano 3, No. 54, Setembro de 2001

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  • Sílvio Genesini, da Accenture, dizia que “O advento e a explosão dos sistemas do tipo instant messengers vieram para mostrar que a humanidade, em especial os latinos, gosta mesmo é de uma boa conversa“. +1 para ele. Sílvio, que também foi presidente da Oracle e atualmente é diretor-executivo do Grupo Estado, foi sequestrado por 22 dias em Março de 2002.
  • Carly Fiorina, da HP, era “a toda poderosa de TI“, depois da aquisição da Compaq. Ela foi obrigada a se demitir em 2005 e atualmente é candidata ao Senado americano.
  • Nivaldo Foresti errava feio ao dizer que “para quem acredita que a empresa espera que produtos sejam lançados e depois copiados e comercializados de forma agressiva, o investimento dela em pesquisa será uma enorme surpresa“, e usava o Tablet PC como exemplo. A Microsoft investiu pouco em tablets até o iPad. -1 para ele.

Written by Fernando Ribeiro

February 21, 2010 at 11:17 am

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Túnel do Tempo: DevMag, Ano 2, No. 23, Julho de 1998

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  • Cezar Taurion acertou ao dizer que “Não estamos falando de escrever o mesmo tipo de programas, em uma linguagem diferente” sobre Java.
  • Pablo Cella mencionou problemas de “estabilidade e desempenho” com o Java, que duraram pouco tempo. Ele trabalhava na Fuego, que foi comprada pela BEA em 2006.
  • Andrea Karam Gama falou sobre o uso de Java em dispositivos de consumidor, que talvez não tenha chegado ao mainstream até o Android.
  • Falava-se de VRML, que foi substituída pelo X3D, e de SMIL, que nunca decolaram.

Written by Fernando Ribeiro

February 20, 2010 at 8:59 pm

Túnel do Tempo: Information Week, Ano 2, No. 22, Maio de 2000

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  • O artigo “Conteúdo a salvo” discutiu a XrML, que virou o ISO/IEC 21000-5 em 2004. O artigo “Contagem regressiva” mencionou a WML, que foi substituída pelo XHTML Basic em 2006.
  • A i2 anunciou que fincaria os pés no Brasil, mas fechou o escritório dois anos depois.
  • No artigo “O segundo ato do ERP: acesso online”, Scott McLeod, do Hurwitz Group, disse que “Para fazer um bom trabalho, você primeiro tem que realizar uma melhor integração com os seus aplicativos empresariais”. +1 para ele.

Written by Fernando Ribeiro

March 2, 2009 at 12:24 am

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Túnel do Tempo: Information Week, Ano 1, No. 12, Fevereiro de 2000

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  • Carlos Sá, da Datasul, dizia que a empresa quer se especializar em soluções Web e desenvolvimento de negócios, além de se tornar uma nova distribuidora de soluções. Não aconteceu.
  • O artigo “Uma onda democrática” disse que o uso da Internet em substituição ao EDI puro é uma tendência mundial, principalmente devido aos custos envolvidos. “Quem usa uma rede privada hoje arca com custos mensais que podem chegar a 6,5 mil reais por volume médio de tráfego de dados”, ele [Jair Fernandes, do Grupo Pão de Açúcar] diz. No caso da rede pública, tais custos não passam de 200 reais, compara. Chega de EDI.
  • Roberto Carlos Mayer, da MBI, disse que a chance de o Linux vir a dominar o mercado de servidores fica sendo muito remota: projetando as curvas para a frente de forma otimista, demoraria, no mínimo, uns dois anos. Ainda não aconteceu.

Written by Fernando Ribeiro

March 1, 2009 at 10:55 pm

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Túnel do Tempo: Exame Negócios, Ano 2, No. 10, Edição 13, Outubro de 2001

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  • O artigo “A Nova Economia Acabou?”, de Jerry Useem, mencionou que o jovem John. D. Rockefeller não veria razão nenhuma para consolidar as pequenas refinarias de petróleo de Ohio se a Great Atlantic & Western Railroad não tivesse estabelecido a ligação entre Cleveland e a demanda da Costa Leste. Isso se chama efeito de transbordamento. O artigo questionava se a tecnologia da informação cria transbordamentos semelhantes. Eu acredito nisso.
  • No mesmo artigo, Steven Roach, do Morgan Stanley, disse que telefones celulares, pagers e computadores domésticos tornaram indistintas as fronteiras entre trabalho e lazer, levando os estatísticos a subestimar o número de horas de trabalho. “Produtividade nada tem a ver com mais horas trabalhadas”, diz ele. “O que se deve levar em conta é a geração de mais valor por hora trabalhada. +1 para ele.
  • Jeff Skilling, da Enron, disse que 90% do produto final da Enron é terceirizado. “Em vez de um mundo pontilhado de pequenas empresas, teremos um mundo repleto de empresas com maior grau de especialização”, e que ainda não vimos 1% do impacto disso na economia. Ele, que está preso até 2028, estava certo.

Written by Fernando Ribeiro

March 1, 2009 at 10:21 pm

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